Quatro desertos que vale a pena conhecer

Com paisagens mais do que deslumbrantes, os desertos são destinos certeiros para os aventureiros de plantão e, claro, para aqueles que amam natureza e fotografias.

Confira quatro dessas maravilhas naturais:

1. O INDOMÁVEL DESERTO DO SAARA

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Saara – África | Crédito: Shutterstock

Primeiramente, que tal conhecer o inesquecível Saara? Dono de uma variação de temperatura que pode chegar a 50°C durante o dia e ficar abaixo de zero à noite, esse deserto tem mais de 9,4 milhões de km² de areia; não à toa, é o mais famoso e misterioso do mundo. Tão extenso que percorre 13 países, conta com passeios que atendem a todos os gostos e estilos.

Vale fazer um safári pelo Marrocos, conhecer alguns dos vários oásis pelo Egito e aproveitar as expedições pela Tunísia, que incluem cânions, a bela região de Douz e algumas vilas. Imprescindível também é conferir o Vale M’zab, na Argélia, tombado como Patrimônio Mundial pela Unesco.

Ah, sim, e tudo isso sem levar em conta o céu sempre extraordinário, salpicado de estrelas e constelações. Simplesmente imperdível!

2. O ESPLENDOROSO ATACAMA

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Atacama – Chile | Crédito: Shutterstock

Epicentro do astroturismo, o Atacama é uma das regiões mais áridas do planeta. Localizado no Chile e lotado de atrações que formam a sintonia perfeita entre gelo, sal e areia, o lugar é uma aposta sob medida para roteiros em família. Sabe por quê? Ele é perfeito para quem quer visitar lagunas, vales, gêiseres, tanto quanto, somente admirar a vegetação e os animais típicos, como flamingos cor-de-rosa e lhamas.

Acessível pelas cidades de Arica, Alto El Loa, Iquique, San Pedro de Atacama, Antofagasta, Vale de Copiapó, Limarí, La Serena, Valle del Huasco e Valle del Elqui, o deserto tem points únicos como, por exemplo, a Laguna Miscanti, o Vale da Lua, o Geysers del Tatio (campo geotérmico de onde jorram jatos d’água fervendo) e o Salar de Atacama (um dos maiores desertos de sal da Terra).

Admire as estrelas do cânion Guatin ou então de alguns dos vários observatórios, como, por exemplo, o Alma, aberto ao público nos finais de semana e endereço do maior radiotelescópio do mundo.

3. A IMENSIDÃO DO DESERTO DA NAMÍBIA

Deserto Namíbia | Crédito: Shutterstock

Deserto Namíbia – África | Crédito: Shutterstock

De dimensões incríveis, com areias fofas e banhado pelo Oceano Atlântico, o deserto da Namíbia tem o poder de fazer com que seus visitantes se sintam em um filme. Desbravado em carros 4×4 ou sobrevoando a região, ocupa parte da Angola, da Namíbia e da África do Sul.

Fotografe as icônicas dunas vermelhas gigantes (de quase 400 metros) do Parque Nacional Namib-Naukluft, em Sossusvlei, e aproveite também para subir até o topo da estonteante duna Big Daddy. Encare a temida região da Costa do Esqueleto e conte quantos navios naufragados você encontrará ao longo do percurso – a estimativa é de que mais de mil embarcações tenham sido abandonadas durante o período de exploração de diamantes, transformando-se, então, em construções “fantasmas”, hoje já bem afastadas do mar e “perdidas” no meio do deserto.

Por fim, não deixe de conhecer Deadvlei, área repleta de árvores mortas com mais de 900 anos de idade. Seu esqueleto, intacto, se deve à intensa seca que toma conta da região e que dificulta a decomposição. Na tradução para o português, Deadvlei significa “pântano morto”. Extraordinário, não?

Além disso, a reserva natural de NamibRand é o endereço certo para contemplar o belíssimo céu noturno.

4. O CELESTIAL SALAR DE UYUNI

Desertos Salar de Uyuni | Crédito: Shutterstock

Salar de Uyuni – Bolívia | Crédito: Shutterstock

Planície feita de sal, este deserto na Bolívia proporciona uma experiência que beira o surreal. Uma maravilha e tanto da natureza, este autêntico mar de sal tem 12 mil km² e fica a 3,6 mil metros de altitude. Por lá, também estão as lagoas Verde e Colorada, bem como o vulcão Licanbur e a ilha Incahuasi, onde repousam cactos seculares e gigantescos.

Durante a estada, aproveite os dias chuvosos para admirar a paisagem criada por meio de uma ilusão de ótica, já que nesses dias o céu é refletido no chão, fator que faz com que o visitante pareça estar andando nas alturas. Afinal, um espelho d’água na maior planície de sal do mundo: definitivamente vale a pena!

Foto Destaque : wikipedia

Fonte: Segue Viagem

Autor

  • Patricia Penna

    Patricia Penna é jornalista e chefe de redação do Turismo&Eventos, onde atua na produção e curadoria de conteúdos voltados ao trade turístico nacional.
    Com olhar atento às pautas do setor, participa da cobertura de destinos, eventos e tendências, contribuindo para a construção de um conteúdo informativo, atual e alinhado às transformações do turismo. Sua atuação é focada em clareza editorial, consistência e conexão com o público profissional.

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