Rafaela Boselli, gerente de mercado do cluster Jardins – Foto: Marcos Arruda
É nesse cenário que o Cluster Jardins Atlantica Hospitality entra na feira com uma proposta bem alinhada ao comportamento do novo viajante. Menos padrão. Mais identidade. Menos produto isolado. Mais vivência integrada à cidade.
Hotel não é mais só hotel
A leitura é clara. O hóspede mudou.
Hoje, quem escolhe ficar na região dos Jardins ou Pinheiros quer mais do que conforto. Quer viver São Paulo de verdade. Caminhar, consumir cultura, explorar gastronomia e sentir o ritmo da cidade.
Para Rafaela Boselli, a WTM é o ambiente ideal para fortalecer esse posicionamento. “Nossos hotéis vão além da hospedagem. Cada unidade tem uma forma própria de se conectar com o entorno e gerar impacto positivo”, explica.
E isso não é discurso. É estratégia.
Localização vira experiência
Os três empreendimentos apresentados na feira trabalham exatamente esse conceito.
O Transamerica Executive Jardins aposta na praticidade. Próximo de polos importantes como o Frei Caneca e o Ibirapuera, entrega uma estrutura que atende tanto o corporativo quanto o lazer, com unidades equipadas e flexibilidade para eventos.
Já o Radisson Oscar Freire trabalha a experiência urbana com mais intensidade. Localizado em uma das regiões mais desejadas da cidade, transforma a hospedagem em ponto de partida para consumo, bem-estar e lifestyle. O rooftop com vista da cidade não é detalhe. É parte da experiência.
E o Radisson Pinheiros entra com um posicionamento ainda mais conectado à cena cultural e gastronômica. O entorno faz parte do produto. E o restaurante Origens reforça essa leitura, trazendo a culinária brasileira para o centro da experiência.
Cultura entra no pacote
Um movimento interessante apresentado pelo cluster é o pacote Arte & Cultura.
Simples na ideia. E muito inteligente na execução.
O hóspede ganha desconto ao consumir cultura na cidade. Teatro, cinema, museus, galerias. Tudo entra na lógica da experiência.
Na prática, o hotel deixa de ser ponto de passagem e passa a ser parte ativa do roteiro.
O que o Cluster Jardins está sinalizando
A participação na WTM não é só institucional.
É posicionamento claro de mercado.
A hotelaria urbana precisa se reinventar. E São Paulo, por perfil e diversidade, é o cenário perfeito para isso.
Quem entender que experiência começa fora do hotel e continua dentro dele, sai na frente.
Leitura do Mercado | Turismo&Eventos
O Cluster Jardins faz um movimento importante.
Sai da lógica de vender quarto e entra na lógica de vender cidade.
Isso muda tudo.
Porque quando o hotel se conecta com o destino, ele aumenta valor percebido, tempo de permanência e ticket médio.
E mais. Cria vínculo.
No turismo atual, isso vale mais do que localização.

