Cluster Jardins aposta em experiência urbana e propósito na WTM Latin America 2026

Rafaela Boselli, gerente de mercado do cluster Jardins – Foto: Marcos Arruda

A WTM Latin America 2026 segue até o dia 16 de abril movimentando o trade com um tema que diz muito sobre o momento do setor. Viajar com propósito. Mais do que destino, experiência. Mais do que hospedagem, conexão.

É nesse cenário que o Cluster Jardins Atlantica Hospitality entra na feira com uma proposta bem alinhada ao comportamento do novo viajante. Menos padrão. Mais identidade. Menos produto isolado. Mais vivência integrada à cidade.

Hotel não é mais só hotel

A leitura é clara. O hóspede mudou.

Hoje, quem escolhe ficar na região dos Jardins ou Pinheiros quer mais do que conforto. Quer viver São Paulo de verdade. Caminhar, consumir cultura, explorar gastronomia e sentir o ritmo da cidade.

Para Rafaela Boselli, a WTM é o ambiente ideal para fortalecer esse posicionamento. “Nossos hotéis vão além da hospedagem. Cada unidade tem uma forma própria de se conectar com o entorno e gerar impacto positivo”, explica.

E isso não é discurso. É estratégia.

Localização vira experiência

Os três empreendimentos apresentados na feira trabalham exatamente esse conceito.

O Transamerica Executive Jardins aposta na praticidade. Próximo de polos importantes como o Frei Caneca e o Ibirapuera, entrega uma estrutura que atende tanto o corporativo quanto o lazer, com unidades equipadas e flexibilidade para eventos.

Já o Radisson Oscar Freire trabalha a experiência urbana com mais intensidade. Localizado em uma das regiões mais desejadas da cidade, transforma a hospedagem em ponto de partida para consumo, bem-estar e lifestyle. O rooftop com vista da cidade não é detalhe. É parte da experiência.

E o Radisson Pinheiros entra com um posicionamento ainda mais conectado à cena cultural e gastronômica. O entorno faz parte do produto. E o restaurante Origens reforça essa leitura, trazendo a culinária brasileira para o centro da experiência.

Cultura entra no pacote

Um movimento interessante apresentado pelo cluster é o pacote Arte & Cultura.

Simples na ideia. E muito inteligente na execução.

O hóspede ganha desconto ao consumir cultura na cidade. Teatro, cinema, museus, galerias. Tudo entra na lógica da experiência.

Na prática, o hotel deixa de ser ponto de passagem e passa a ser parte ativa do roteiro.

O que o Cluster Jardins está sinalizando

A participação na WTM não é só institucional.

É posicionamento claro de mercado.

A hotelaria urbana precisa se reinventar. E São Paulo, por perfil e diversidade, é o cenário perfeito para isso.

Quem entender que experiência começa fora do hotel e continua dentro dele, sai na frente.

Leitura do Mercado | Turismo&Eventos

O Cluster Jardins faz um movimento importante.

Sai da lógica de vender quarto e entra na lógica de vender cidade.

Isso muda tudo.

Porque quando o hotel se conecta com o destino, ele aumenta valor percebido, tempo de permanência e ticket médio.

E mais. Cria vínculo.

No turismo atual, isso vale mais do que localização.

Autor

  • Patricia Penna

    Patricia Penna é jornalista e chefe de redação do Turismo&Eventos, onde atua na produção e curadoria de conteúdos voltados ao trade turístico nacional.
    Com olhar atento às pautas do setor, participa da cobertura de destinos, eventos e tendências, contribuindo para a construção de um conteúdo informativo, atual e alinhado às transformações do turismo. Sua atuação é focada em clareza editorial, consistência e conexão com o público profissional.

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