Setor de viagens corporativas atinge R$ 7,3 bilhões de faturamento e cresce 5,5% em janeiro de 2024

Levantamento feito em parceria entre ALAGEV e FecomercioSP aponta que o valor é 10,3% superior aos resultados do ano anterior

O Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), feito pela FecomercioSP em parceria com a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), revela que as despesas que foram estimadas pelas empresas com viagens corporativas em janeiro de 2024 atingiram R$ 7,3 bilhões. Este valor demonstra um crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período de 2023.

No acumulado dos últimos 12 meses, o mês de janeiro de 2024 apresentou um aumento de 10,3% em relação aos valores que foram apresentados nos meses do ano anterior.

Segundo as informações deste estudo, o faturamento aquecido do setor corporativo está relacionado com o aumento nas tarifas dos serviços prestados pelas empresas de turismo corporativo. Neste cenário, a alta dos preços de transporte, principalmente do setor aéreo, é um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas que realizam viagens à trabalho com maior frequência.

“É seguro dizer que o encarecimento do transporte está diretamente ligado com os extensos gastos operacionais das companhias. Neste caso, é necessário entender se os membros do setor corporativo estão satisfeitos com a qualidade dos serviços prestados por essas companhias. Caso contrário, os empresários acabam no prejuízo”, observa Luana Nogueira, diretora executiva da ALAGEV.

O levantamento ainda aponta que o ano de 2024 será marcado pela tendência das empresas em remanejar os valores das suas despesas com as viagens corporativas, de forma que estes custos fiquem alinhados com os seus próprios limites orçamentários.

A medida em questão impacta não só o gasto final das empresas com transportes corporativos, mas também provoca uma mudança significativa no perfil desses eventos empresariais, uma vez que as instituições corporativas passam a ajustar os seus tamanhos e as suas localizações.

Os gastos com essa despesa, por sua vez, têm uma tendência a ser limitado, pois as empresas vêm priorizando os seus recursos apenas para compromissos essenciais e prioritários, como as reuniões na capital federal, que buscam discutir questões políticas relevantes, como a Reforma Tributária e o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE).

Verifique o conteúdo completo do estudo neste link.

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