Papel da intercambiadora e as vantagens da associação – Fabiana Leite abre curso durante ADIT Share 2023, na Costa do Sauípe (BA)

“Intercâmbio é a facilidade oferecida ao proprietário que adquire uma propriedade afiliada a uma empresa intercambiadora e, com isso, ganha a milhares de outras ao redor do mundo. Na teoria, é simples. Na prática, também. Mas é preciso conhecer o setor e entender seus mecanismos para se beneficiar de forma efetiva do modelo.

” Foi assim que Fabiana Leite, diretora de Desenvolvimento de Negócios América do Sul da RCI e coordenadora da Comissão de Propriedade Compartilhada da ADIT Brasil, abriu sua apresentação na tarde de hoje, durante o curso Timeshare e Multipropriedade no Brasil e no Mundo: tudo o que você deveria saber!, durante o ADIT Share 2023.

O evento segue em formato de seminário nos dias 17 e 18, finalizando na sexta-feira, dia 19, com visita técnica em empreendimentos da região e reunindo centenas de profissionais que são referência na indústria da propriedade compartilhada. Ao falar sobre a importância das empresas intercambiadoras e sobre as vantagens em se associar, a executiva destacou que acima de tudo e para além dos números, o desafio e o empenho é fazer com que o setor cresça de forma sustentável.

“Para isso, é importante termos uma relação de confiança desde o início de nosso relacionamento. Afinal, o contrato de afiliação é só o começo de uma boa e duradoura relação comercial”, disse.

De forma prática e a partir de sua ampla experiência na indústria do turismo, Fabiana Leite elencou os cinco principais pilares do momento atual e que são: foco na experiência do cliente, oferta de produtos mais flexíveis, apresentação de conteúdos e marketing experiencial, maior uso de ferramentas digitais, rapidez na implantação de depois de tomada a decisão de integrar o setor.

“De bônus, sugiro que, assim como a indústria, todo líder de negócio adote uma postura sustentável, que é o que o viajante tem buscado cada vez mais. É o que nós buscamos como consumidores que somos”, reforçou.

À intercambiadora também cabe o papel da troca de inventário entre os clientes dos afiliados — hoje, a RCI soma mais de 4,3 mil em mais de 100 países ao redor do mundo. “Essa troca é baseada em fatores como conhecer os destinos mais procurados pela base de clientes, ter as semanas dentro do mercado e oferecer, cada vez mais, novos opções em perfil de produtos, destinos e localidades”, finalizou.

Desempenho 2022

Desde 2014, a indústria, de modo geral, e a RCI, em particular, aumentaram seu fôlego e vêm crescendo de forma diferenciada no Brasil. “Em termos de semanas vendidas, tivemos um crescimento de 16%, o que representa um volume de vendas de US$ 1,6 bilhão nos 340 empreendimentos afiliados e com as 130 mil semanas comercializadas no País”, comemorou a executiva.

“2022 foi o melhor ano de toda nossa história, em termos de afiliações”, comemora Fabiana Leite, informando que o Brasil teve 22 novas afiliações com direito a estreia em novos destinos e regiões que chegam para somar ao portfólio, como Maraú, na Bahia; Gravatá, em Pernambuco; e Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, além de destinos conhecidos e demandados como Porto Seguro (BA); Porto de Galinhas (PE); Praia Grande e Ubatuba (SP); Búzios (RJ); Penha (SC) e Pipa (RN). “Além disso, confirmamos dois projetos The Registry Collection, que são o Own Time Home Club Gramado, em Gramado, no Rio Grande do Sul (RS), e o Casa Búzios, em Búzios, no Rio de Janeiro”, finaliza.

Além dos novos empreendimentos, a RCI confirma a abertura de mais de 25 novas salas de vendas, ultrapassando 200 espaços especialmente criados para informar e comercializar os produtos e serviços disponibilizados pela RCI em 78 destinos e 17 estados brasileiros — e que se somam ao leque de ofertas mundiais da companhia.

Fabiana Leite, diretora de Desenvolvimento de Negócios América do Sul da RCI e coordenadora da Comissão de Propriedade Compartilhada da ADIT Brasil. Foto divulgação.

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